Arquivo mensal: setembro 2011

Pra deixar saudades…

A última noite do Pá na Pedra deixou no público o “gosto de quero mais”, no palco dois, as artes integradas se apresentaram com a mesma dinâmica do dia anterior, nos intervalos das bandas no palco um, a platéia se dirigia para o palco dois e curtiram as apresentações dos grupos culturais locais.

Quem abriu a noite de domingo foi o jazz do grupo Zarifah, comandados pela coreógrafa Jéssica Souza, as meninas desfilaram entrosamento e simpatia no palco, confirmados com as palmas do público que ao final aplaudiram com veemência e louvor a apresentação das garotas.

Grupo Zarifah

A segunda apresentação do palco alternativo ficou por conta da Cia Anna Paulla, no intervalo de 15 minutos que lhe coube, o grupo apresentou três coreografias distintas, mostrando competência impecável. No fim, a líder do Grupo, a professora Anna Paulla estava muito contente com apresentação de suas alunas e alunos, e também pode mensurar isso com os aplausos da platéia. Anna Paulla também enfatizou a importância do evento desse porte em Ribeirão das Neves, ressaltando que a cidade é muito carente nesse sentido.

Cia Anna Paulla

Pra fechar a noite em grande estilo, foi a vez do artista Cris Aguiar fazer uma apresentação surreal, misturando Hip hop e poesia no palco, com uma performance de tirar o fôlego com seu companheiro de palco, a platéia foi ao delírio.

Cris Aguiar
Cris Aguiar

Para quem não viu nenhuma das apresentações e ficou com vontade, agora e esperar o próximo ano, que com certeza tende a consolidar esse tipo de arte nos palcos do Pá na Pedra. Por hora e aguardar e torcer para a chegada do evento em 2012!

Anúncios

Frito na Hora

Vai um aí? Estamos no fim da noite e no fim do Pá na Pedra. A Orquestra Frito na Hora foi a última a se apresentar com um som feito sob medida, como aquele pastel que a gente come para encerrar bem o dia.

A orquestra de percussão Frito na Hora encheu o palco com seus 19 integrantes, literalmente fazendo seu som bem em frente ao pessoal que estava no parque. A maestrina desse grupo todo, Milagrus, coordena todo o som com muita harmonia e empolgação, contagiando e interagindo com quem estava querendo aproveitar os últimos momentos do final de semana.

E o que dizer do show? MUITO FODA! O pessoal, com um monte de instrumentos, deu um senhor show aqui. A galera aplaudiu ao final, e continou aplaudindo até a hora que o pessoal desceu do palco. Com certeza fechou o festival com chave de ouro!

Uganga

A terceira banda a se apresentar na noite de domingo do Pá na Pedra foi a Uganga. O pessoal veio de Araguari e foi uma das escolhidas pelo Musica Minas para Circular pelo estado e, claro, dar uma paradinha em Neves.

A Uganga representou o Metal na programação do Pá na Pedra, o que fez pirar o público fã do estilo que estava no parque. E que empolgação a da banda que tomou conta do espaço. E por falar em tomar conta do espaço, eles ainda fizeram uma banquinha para o show, cheia de coisas com a marca da banda.

Eles acabaram de voltar de uma turnê pela Europa em que gravaram seu primeiro CD ao vivo, que deverá ser lançado em breve. Vale a pena visitar a página da banda e curtir o som: http://www.uganga.com.br.

4Instrumental

 

Dando um toque de elegância e beleza sonora, a banda 4Instrumental foi a segunda banda da noite do Festival Pá na Pedra. Vindos de Sabará, o quarteto faz um rock instrumental de primeira, que agitou a galera aqui no Parque Ecológico de Neves. E contou com a participação especial a Carou Araújo, tocam um instrumento diferente, o teremim de luz, que deram um doque especial a aprensentação.

Depois de 2 anos a banda volta a cidade e toca pela primeira vez no festival. O grupo esteve presente em um dos primeiros eventos do Semifusa e comemoram o crescimento do coletivo, que hoje faz o evento com uma grande estrutura.

Com um novo baterista, 4Instrumental esteve presente nos festivais do CMFI deste da sua primeira edição e tocaram em 5 dos 7 festivais que já rolaram nesse ano.

A banda acaba de lançar o 4.1 e fará uma turnê pelo sul e nordeste do país e um lançamento do disco na argentina, local onde o albúm foi produzido.

Capim Seco

Um show perfeito para o início da noite de domingo. Em um parque super astral a banda Capim Seco subiu ao palco do festival e trouxe a leveza da música para os presentes. Uma voz doce, uma presença de palco surpreendente e uma beleza indiscutível, Michele, vocalista do grupo encantou. Músicas requintadas, com influências do jazz e do samba, os metais também fazem toda a diferença. Um toque de emoção pode ser visto tanto nas letras quanto na interpretação da vocalista.

Em conversa com ela depois do show Michele fala da importância dos festivais e da oportunidade que eles proporcionam para as bandas apresentarem seu trabalho autoral. A banda foi selecionada para o edital de circulação estadual do Programa Música Minas, participando de 2 festivais do Circuito Mineiro de Festivais Independentes. Sobre o edital ela ressalta que o ideal seria as bandas conseguirem fazer a circulação de maneira independente, mas o incentivo governamental é fundamental para as bandas formarem público e seguirem a carreira de maneira independente.

Axx’

%d blogueiros gostam disto: